A literatura como feira, feira livre, livre palavra, livre pensar!


Uma feira onde se expõe produtos cuja matéria é a palavra.


A poesia, o conto, o drama, a comédia, o repente, o romance, e de repente conta-se uma história, revolve-se a memória, preserva-se uma vida, em versos e prosas. 


A literatura é a junção do pensamento e da palavra escrita, ela vai semeando conhecimentos, biografias, tratados, teses, letras de música, slam, cordel, trovas, ladainhas, rezas e enciclopédias.



Primeiro vem a ideia, lá de dentro do juízo, depois a palavra dita ou escrita. São diversas as formas de escrever, os estilos, os gêneros, como são incontáveis os idiomas, os sotaques, as gírias, os alfabetos, as caligrafias.



Escrever é uma brincadeira de criar, as vezes fluido como um olho d’água inexorável, outras, um exercício de pensar, sofrido, obstinado, metódico, comprometido com suas verdades intimas.



A oralidade também cumpre sua parte, são histórias contadas, loas tiradas pelos brincantes, repentes, pelejas e aboios. Se perdem ao vento?


Não! São semeadas nos ouvidos atentos e brotam como novas ideias.


FELIS é a Feira Literária do Sertão.



FELIZES somos nós participantes, organizadores, curiosos, público, admiradores, patrocinadores e povo da região que tem a possibilidade de entender cultura como alimento da alma.



Texto de Jean Carlos - Diretor de Produção da FELIS

Edição: Coletivo Cultural de Arcoverde - COCAR e Web Rádio e TV Muira-Ubi

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