Diferente de Bolsonaro, o campo progressista se posiciona, desde o início da pandemia, em defesa da vida do povo

Ana Carolina Vasconcelos e Luiza Gonçalves Lovisi Travassos - Brasil de Fato | Belo Horizonte (MG) / Foto: Levante Minas/Facebook


Vivemos um momento de aprofundamento da crise política, econômica, social e sanitária no Brasil, que tem estimulado as organizações populares a refletirem sobre quais as formas de luta e o caminho necessário para o enfrentamento ao governo genocida de Jair Bolsonaro. No último 13 de maio, data historicamente protagonizada pela luta do movimento negro, em diversas cidades do país foram construídas mobilizações antirracistas, desencadeada pela chacina do Jacarezinho no Rio de Janeiro.



Além disso, o governo Bolsonaro anunciou novo corte de verbas nas universidades federais, que pode ter como consequência a paralisação das suas atividades, impedindo a manutenção e funcionamento dos hospitais universitários e das pesquisas de produção de vacinas. Após esse anúncio, a comunidade acadêmica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) se manifestou sobre o impacto que a medida trará para a universidade e organizou mobilizações de rua contra os cortes. Saiba Mais


Edição: Rebeca Cavalcante e Rafaella Dotta - Rede Brasil de Fato / Web Rádio Muira-Ubi

Deixe seu Comentário