O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou nesta quarta-feira (4) a medida provisória do Imposto Seletivo, também conhecido como "imposto do pecado". Medidas provisórias têm força de lei, mas precisam ser aprovadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado para se tornarem leis definitivas. O prazo inicial é de 60 dias, prorrogável por mais 60. A contagem é suspensa durante o recesso do Congresso. A proposta prevê a manutenção da atual carga tributária sobre os p
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou nesta quarta-feira (4) a medida provisória do Imposto Seletivo, também conhecido como "imposto do pecado".
Medidas provisórias têm força de lei, mas precisam ser aprovadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado para se tornarem leis definitivas. O prazo inicial é de 60 dias, prorrogável por mais 60. A contagem é suspensa durante o recesso do Congresso.
A proposta prevê a manutenção da atual carga tributária sobre os produtos que causam danos à saúde no próximo ano, período de transição. Posteriormente, a partir de 2028, a ideia é que a taxação aumente.
Criado pela reforma tributária sobre o consumo, o imposto do pecado começará a ser cobrado em 2027 e tem o objetivo de encarecer produtos ou atividades que causam danos à saúde ou ao meio ambiente.
Agora no g1
A lista inclui bebidas alcoólicas, refrigerantes e cigarros. O novo imposto também incidirá sobre alguns veículos, conforme o nível de poluição, sobre a extração de bens minerais e sobre loterias, apostas e jogos de fantasy sports.
Como o Imposto eletivo tem noventena, ou seja, demora 90 dias para entrar em vigor depois de ser aprovado pelo Legislativo, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou nesta terça-feira (3) que também combinou com os setores que, nesse meio tempo, provavelmente até fevereiro de 2027, o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) continuará sendo cobrado sobre esses produtos como forma de evitar perda de arrecadação.
O governo também encaminhou ao Congresso uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para manter temporariamente a cobrança do IPI até o início dos efeitos do Imposto Seletivo.
Segundo a Casa Civil, a medida foi feita "a fim de evitar a desoneração sobre produtos gravosos à saúde, a exemplo de cigarros".
Medidas provisórias têm força de lei, mas precisam ser aprovadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado para se tornarem leis definitivas. O prazo inicial é de 60 dias, prorrogável por mais 60. A contagem é suspensa durante o recesso do Congresso.
A proposta prevê a manutenção da atual carga tributária sobre os produtos que causam danos à saúde no próximo ano, período de transição. Posteriormente, a partir de 2028, a ideia é que a taxação aumente.
Criado pela reforma tributária sobre o consumo, o imposto do pecado começará a ser cobrado em 2027 e tem o objetivo de encarecer produtos ou atividades que causam danos à saúde ou ao meio ambiente.
Agora no g1
A lista inclui bebidas alcoólicas, refrigerantes e cigarros. O novo imposto também incidirá sobre alguns veículos, conforme o nível de poluição, sobre a extração de bens minerais e sobre loterias, apostas e jogos de fantasy sports.
Como o Imposto eletivo tem noventena, ou seja, demora 90 dias para entrar em vigor depois de ser aprovado pelo Legislativo, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou nesta terça-feira (3) que também combinou com os setores que, nesse meio tempo, provavelmente até fevereiro de 2027, o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) continuará sendo cobrado sobre esses produtos como forma de evitar perda de arrecadação.
O governo também encaminhou ao Congresso uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para manter temporariamente a cobrança do IPI até o início dos efeitos do Imposto Seletivo.
Segundo a Casa Civil, a medida foi feita "a fim de evitar a desoneração sobre produtos gravosos à saúde, a exemplo de cigarros".
Fonte: g1.globo.com